Comentário: após a guerra comercial, mais empresas norte-americanas procuram cooperações com a China

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Na noite do dia 10, os Estados Unidos publicaram a lista dos produtos chineses de US$ 200 bilhões que seriam cobrados mais 10% de tarifas aduaneiras. Com as medidas restritivas já tomadas antes, o governo de Trump fechou a porta a mais da metade de produtos chineses. Em 2017, a China exportou um total de US$ 429,8 bilhões de produtos aos EUA.

A China, como um país soberano, não vai ceder perante questões relacionadas com seus interesses fundamentais e vai lutar até o fim nesta guerra comercial.

Ao contrário do terrorismo comercial da Casa Branca, mais empresas e governos locais dos EUA vêm à China para procurar cooperações de longo prazo. A famosa empresa norte-americana de carros elétricos e novas energias, a Tesla Motors, assinou um acordo de cooperações com o governo de Shanghai no dia 10 . Segundo o qual, a companhia vai estabelecer sua primeira fábrica no estrangeiro na China com uma capacidade de produção anual de 500 mil automóveis.

No dia 11, o prefeito de Chicago, Rahm Emanuel, chefiou uma delegação comercial e assinou com a parte chinesa o Programa de Cooperação de Importantes Indústrias 2018-2023, em Beijing.

Tudo isso mostra que apesar do protecionismo do governo de Trump, os governos locais e as empresas norte-americanas têm muita confiança no mercado chinês.

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