Comentário: China mostra a responsabilidade de um grande país

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“Hoje marca seu aniversário, minha Pátria. Na madrugada, faço voar as pombas de paz para te trazer uma folha de oliveira. As pombas voam sobre as montanhas. Um feliz aniversário à nossa China. Desejamos-lhe tranquilidade para sempre.”

A música Hoje é seu aniversário e o hino nacional ecoam pelo país no dia 1º de outubro, todos os anos. As letras transmitem o desejo e a busca do povo chinês pela paz e tranquilidade.

Antes, na cúpula de Beijing do Fórum de Cooperação China-África, realizada em setembro, o presidente chinês, Xi Jinping, afirmou que a paz e o desenvolvimento constituem o tema e a questão da nossa época. E essa questão deverá ser respondida e resolvida pelo caminho da solidariedade, sabedoria e coragem da comunidade internacional.

O cenário atual mostra que o mundo está enfrentando um desafio sem precedentes. Passados 69 anos do seu estabelecimento, a China tem se assumido como uma defensora da ordem internacional e praticante do multilateralismo. Face ao desafio, a reposta do país asiático chama atenção de toda a comunidade internacional.

Comentário: China mostra a responsabilidade de um grande país

O mundo está atento. A China não apenas conquistou notável progresso no desenvolvimento socioeconômico, como ainda se tornou uma força fundamental da Operação de Manutenção da Paz das Nações Unidas. Há três dias, 100 boinas azuis da China se deslocaram para a República Democrática do Congo.

Nos últimos 28 anos, um total de 370 mil militares chineses integraram as forças de manutenção da paz, dos quais 21 morreram nas operações. A China é o segundo maior financiador dos boinas azuis. Simultaneamente, é o membro permanente do Conselho de Segurança que mais envia soldados para as missões de paz.

O porta-voz do Departamento de Operações de Manutenção de Paz da ONU, Nick Birnback, afirmou que a China serve um bom exemplo nesse campo. Segundo ele, algumas potências apenas votam e enviam os recursos para a manutenção da paz, mas a China aumenta constantemente o envio de boinas azuis, que são mais importantes e indispensáveis.

Como um país em desenvolvimento, a China compreende muito bem a pobreza. Graças aos 40 anos da reforma e abertura, o país conseguiu livrar mais de 800 milhões de pessoas da pobreza e se transformou na segunda maior economia do mundo. Mesmo assim, a China continua se empenhando no caminho do desenvolvimento para que, até ano 2020, toda a população tenha uma vida confortável. Ao mesmo tempo, o governo chinês lançou a iniciativa Cinturão e Rota, visando compartilhar as oportunidades e experiências de prosperidade com outros países. Dessa forma, o país deseja construir uma comunidade de destino comum da humanidade.

Os dados demonstram que o comércio entre China e mais de 100 países participantes da iniciativa Cinturão e Rota superou US$ 5 trilhões desde sua criação, em 2013. Beijing ainda investiu US$ 28,9 bilhões nas zonas de comércio cooperativo estabelecidas nos países ao longo da Rota, criando assim 244 mil vagas de emprego e US$2 bilhões em receita para os locais.

Trata-se da melhor resposta da China a quem questiona o país. O secretário-geral da ONU, António Guterres elogiou repetidamente a iniciativa Cinturão e Rota, assim como a assistência do governo chinês aos países africanos.

Toda a população está mergulhada na comemoração do aniversário da República Popular da China. Em San Francisco, nos Estados Unidos, o 1º de outubro é definido como Dia da Amizade China-Estados Unidos. É uma forma de constatar a confiança e a determinação para intensificar a cooperação com a China.

Diante da tendência da história, nenhum país pode se colocar fora dos assuntos globais e gozar de comodidade como uma ilha isolada. A China, sendo uma nação em desenvolvimento mais aberta, continua se empenhando para injetar mais dinâmica ao caminho de paz e desenvolvimento do mundo.

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