Comentário: lutando por um futuro melhor compartilhado por todos

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No debate recém-realizado da Assembleia Geral das Nações Unidas, o presidente norte-americano, Donald Trump, rejeitou novamente o sistema de globalização e gritou “os Estados Unidos primeiro”. Suas palavras encararam muitas críticas, incluindo dos países aliados.

Na mesma ocasião, o secretário-geral da ONU, António Guterres, apelou aos líderes participantes para cooperações e pela busca de uma solução adequada dos problemas mundiais. Já o tópico desta edição da Assembleia consistiu na liderança global e na responsabilidade conjunta para construir uma comunidade pacífica, justa e sustentável.

Comentário: lutando por um futuro melhor compartilhado por todos

Nos últimos tempos, a voz sobre isolacionismo e unilateralismo foi retomada em alguns países avançados, o que coloca barreiras à cooperação internacional e governança global. Para responder a divisão do mundo, a China contribuiu com sabedoria e formulou a ideia da comunidade de futuro compartilhado, que recebeu amplos elogios da comunidade internacional.

Antes, o conhecido acadêmico norte-americano, Robert Kuhn, expressou admiração em relação à iniciativa Cinturão e Rota apresentada pelo presidente chinês, Xi Jinping, em 2013. Ele comentou que se trata da primeira vez que a China participou ativamente nos assuntos globais e deu um projeto voltado ao futuro desenvolvimento do mundo.

Já o ministro das Relações Exteriores da Hungria, Peter Szijjarto, também valorizou bastante a iniciativa Cinturão e Rota. Durante estadia em Nova Iorque, ele falou que é bom a Hungria assegurar essa oportunidade e atrair o investimento chinês para construção de infraestruturas. O chanceler húngaro observou que, ao contrário da situação passada, o capital vindo do oriente agora começa a levar tecnologia ao ocidente, acrescentando que uma nova ordem mundial está em forma.

O novo governo da Itália também olha para o oriente. Um grupo de trabalho chefiado pelo vice-ministro da Economia, Michele Geraci, foi criado para cuidar especificamente das cooperações com a China.

Conforme um relatório divulgado em setembro pela Instituição norte-americana Brookings, os investimentos da China podem contribuir com um crescimento econômico de 0.4% em média aos países beneficiados, caso os projetos sejam aprovados e o financiamento chinês se duplique. A pesquisa foi feita com base nos 4.300 programas investidos pela China em 138 países e regiões.

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Os peritos norte-americanos apontaram que vários bancos e agências de assistência pregam desenvolvimento inclusivo enquanto suas condutas contradizem os compromissos. O governo chinês tem ampliando o investimento nas zonas rurais e afastadas e compartilha da experiência ajuda outros países a alcançar desenvolvimento equilibrado.

Estimulados pelas iniciativas chinesas, os países europeus começam a promover seus próprios planejamentos de interconexão continental. A imprensa ocidental acha isso uma concorrência com a China. Mas o país asiático, por seu lado, disse abraçar os projetos europeus, considerando que isto é bom sinal para impulsionar as cooperações internacionais e construir uma economia mundial mais aberta.

Dois anos atrás quando realizada a cúpula do G20, o presidente chinês, Xi Jinping, reiterou que a China não busca estabelecer a chamada área de influência, mas sim apoia o desenvolvimento conjunto de todos os países. Nem pretende criar um fundo de quintal, mas sim um jardim em que todo mundo conviva.

Como diz a poesia chinesa, “o brotar de uma flor não significa a chegada da primavera, mas cem flores que abrem anunciam a primavera.” Passados 40 anos, a China continua aprofundando sua reforma e abertura e tomando isso como força motriz para o desenvolvimento. Sem dúvida, a abertura da segunda maior economia do mundo proporciona mais oportunidades ao mundo todo.

Comentarista da CRI: Lû Xiaohong

Tradução: Isabel Shi

Revisão: Diego Goulart

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