Comentário: Países do BRICS reforçam coordenações em favor do multilateralismo

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China's President Xi Jinping, Indian Prime Minister Narendra Modi, South Africa's President Cyril Ramaphosa, Brazil's President Michel Temer and Russia's President Vladimir Putin pose for a group picture at the BRICS summit meeting in Johannesburg, South Africa, July 26, 2018. REUTERS/Mike Hutchings

O décimo encontro de líderes do BRICS foi inaugurado nesta quarta-feira (25) em Joanesburgo, África do Sul, dando início a três dias de reuniões. A agência de notícias Reuters publicou ontem um artigo que revela o poder econômico do bloco, já que o PIB somado dos cinco países do BRICS no ano passado ultrapassou US$ 17 trilhões. Após o impacto das medidas tarifárias adotadas pelos Estados Unidos, os líderes do BRICS devem cooperar na defesa do multilateralismo.

Este é realmente o caso. Diante das oportunidades e desafios trazidos pela quarta revolução industrial e pela economia digital, os membros do BRICS têm que fazer uma opção consistente, de forma a responder aos atritos comerciais com os EUA.

No Fórum Empresarial do BRICS, os dirigentes dos cinco países afirmaram que é importante fortalecer a cooperação comercial e de investimento, além de promover o livre comércio no continente africano. O presidente chinês, Xi Jinping, destacou que os membros do BRICS devem construir uma economia mundial aberta e lutar contra o unilateralismo e o protecionismo, com o objetivo de impulsionar a liberalização e a facilitação dos investimentos.

Nos últimos anos, é cada vez mais visível o aumento da desigualdade entre ricos e pobres, assim como da disparidade regional e da globalização reversa. Os países desenvolvidos e em desenvolvimento perceberam a importância da promoção do crescimento inclusivo.

Como praticante do desenvolvimento inclusivo, a China destaca os princípios de inovação, coordenação, abertura e compartilhamento. O governo chinês tem como centro o seu povo, e por ele iniciou uma série de reformas importantes. No total, 68 milhões de pessoas deixaram a pobreza nos últimos cinco anos.

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