Provocação comercial dos EUA causa raiva global

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Desde 6 de julho, os Estados Unidos aumentaram em 25% as tarifas de determinados produtos chineses, em um total de US$ 34 bilhões, o que iniciou a maior guerra comercial na história econômica. A ação das autoridades norte-americanas resultou na raiva da comunidade internacional. Especialistas, funcionários governamentais e mídia de vários países criticaram as políticas comerciais dos EUA e expressaram suas preocupações sobre as consequências.

O diretor do Centro de Observação de Políticas Chinesas da Espanha, Xulio Ríos, declarou que o objetivo dos EUA de provocar uma guerra comercial é maximizar os interesses nacionais e defender sua própria hegemonia mundial, de forma a responder à ascensão da China.

O jornal britânico Financial Times alertou que uma guerra comercial poderá desacelerar significativamente o crescimento econômico global.

Segundo a emissora BBC, a China e os EUA estão enfrentando grandes riscos econômicos na guerra comercial. Outras economias também serão gravemente impactadas. Prevê-se que os EUA e a China reduzirão em 0,25% do PIB. Entre eles, os EUA vão sofrer maior perda econômica que a China. Por outro lado, devido ao prejuízo à cadeia de suprimentos global, os consumidores norte-americanos vão pagar mais pelos produtos.

Em vez de abrir novos mercados por meio da diplomacia comercial, o presidente Trump permite que a burocracia de Washington e os meios econômicos planejados cresçam, criticou o jornal suíço Neue Zürcher Zeitung (NZZ). Os EUA não progridem, mas enfrentam riscos de recessão.

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