China continua a injetar força motriz na economia mundial aberta

Na mensagem de congratulação enviada para a Conferência “Entender a China”, que terminou neste domingo em Guangzhou, o presidente chinês, Xi Jinping, apresentou sua opinião sobre a globalização econômica e o papel da China, emitindo mais uma vez a “voz chinesa” que apoia firmemente a globalização e expande sua abertura.

Entre os 600 participantes da conferência estavam presentes políticos, estrategistas, intelectuais e empresários, o que fez do evento uma plataforma de diálogo de alto nível sobre os temas de protecionismo, unilateralismo e estagnação da economia mundial.

De acordo com Xi Jinping, atualmente, a globalização está enfrentando alguns desafios, o que, no entanto, não é capaz de inverter a tendência da globalização. Os interesses e o futuro das nações estão mais ligados, e os povos de diferentes países almejam a mesma expectativa – a criação de uma vida melhor.

A opinião do líder chinês foi compartilhada por participantes da reunião, que pediram o controle adequado das divergências e o reforço da cooperação. O ex-premiê da Bélgica, Yves Leterme, comentou que as ciências e tecnologias, pessoal e empresas estão altamente integrados no processo da globalização, formando um forte empurrão para a globalização. A tendência nunca será mudada com força política.

Sendo a segunda maior economia do mundo, a China é beneficiada e contribui para a globalização. Em 1978, o país aplicou a política da reforma e abertura e, em 2001, integrou-se na Organização Mundial do Comércio (OMC). Desde então, a nação participou plenamente das divisões internacionais e na cadeia global, crescendo para uma parte importante da cadeia de oferta internacional e da “fábrica mundial”. Ao mesmo tempo que se desenvolve, a China defende firmemente a economia mundial aberta, compartilhando oportunidades e benefícios com outros países. Desde 2006, a China se manteve como o país que mais contribuiu com a economia global, tornando-se um dos principais motores para o crescimento internacional.

Nos últimos anos, com a tendência antiglobalização, a China apoiou firmemente a liberdade comercial e a facilidade de investimento. No relatório sobre o ambiente de negócios 2020 divulgado pelo Banco Mundial, o país oriental ficou no 31º lugar, 15 posições acima que no ano passado.

Vale ressaltar que no meio da estagnação da economia mundial, a iniciativa chinesa “Cinturão e Rota” incentivou eficazmente a conectividade entre países, abrindo mais espaço para o crescimento econômico. Nos primeiros três trimestres deste ano, o investimento chinês nos 56 países ao longo do “Cinturão e Rota” ultrapassou US$10 bilhões. O ex-chanceler do Tajiquistão, Rashid Alimov, disse que com o investimento chinês, o Tajiquistão deixou de ser um exportador tradicional e passou a exportar para o exterior, o que mostra que, com a inteligência chinesa, cada vez mais países e regiões estão se integrando na globalização, abrindo um caminho de benefícios recíprocos.

Tradução: Laura

Revisão: Gabriela

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