Comentário: “Defensor dos Direitos Humanos” é humilhado no Dia Mundial dos Direitos Humanos

Hoje, 10 de dezembro, marca o Dia Mundial dos Direitos Humanos. A ONU divulgou recentemente um relatório que deixou os EUA, que se auto-declara “defensor dos direitos humanos”, envergonhados mais uma vez.

Conforme o documento, existem muitos casos de violação grave dos direitos humanos nos EUA, como a prisão ilegal de um grande número de crianças imigrantes. Este é o último exemplo de deterioração da situação no país. Isso também revela que as interferências norte-americanas em assuntos internos alheios sob o pretexto de direitos humanos são tanto hipócritas quanto ridículas.

O governo norte-americano lançou em abril de 2018 a política de “tolerância zero” na execução de leis e regulamentos sobre a imigração. Com base nessa orientação, ao deter os imigrantes ilegais, os policiais separaram suas famílias a força e aprisionaram seus filhos.

Relatórios de investigação divulgados recentemente pela ONU e outras organizações mostram que mais de 100 mil crianças imigrantes ilegais foram detidas nos EUA. Conforme noticiou a imprensa norte-americana, pelo menos cinco crianças morreram na prisão. A ação cruel dos EUA foi severamente criticada pela comunidade internacional.

De fato, o que foi mencionado a cima é apenas um exemplo da situação real dos direitos humanos nos EUA. Apesar de espalharem a ideia de que “todas as pessoas são criadas iguais”, a discriminação racial do país tem uma longa história e é muito difícil de ser resolvida.

Já no século 19, as forças armadas norte-americanas expulsaram e mataram um grande número de índios. Atualmente, a população indígena só representa 2,09% da população total do país. Os assentamentos indígenas enfrentam sérios problemas de infraestrutura, desemprego e pobreza.

O Conselho de Eliminação de Discriminação Racial da ONU publicou um relatório em 2017, apontando que a sociedade norte-americana tem mantido um ambiente em que priorizam a população caucasiana e provocam ódio entre as outras etnias. As minorias étnicas sempre sofreram discriminação judicial. Os EUA, porém, nunca responderam às acusações, o que revela exatamente sua atitude arrogante e hegemonista.

O mais vergonhoso é que, não se importando com os próprios problemas de direitos humanos, os EUA ainda fazem comentários irresponsáveis sobre a situação de outros países. Sob o pretexto de que “os direitos humanos são mais importante do que a soberania”, o país provoca conflitos em toda a parte, criando uma série de tragédias no Afeganistão, Iraque, Síria e outros lugares do mundo. Esta atitude ambígua norte-americana é mesmo um prejuízo aos direitos humanos e é condenada pela comunidade internacional.

A promoção e proteção dos direitos humanos é um ideal e busca comum da humanidade. A politização da questão dos direitos humanos e a interferência em assuntos internos alheios contrariam os valores compartilhados do mundo. Isso também fez com que o país se torna um criador de problemas no palco internacional.

No Dia Mundial dos Direitos Humanos, devemos aconselhar certos políticos norte-americanos a tratar primeiro os próprios problemas e parar de difamar outros países com imaginação e rumores. Se continuar agindo desta forma, tornar-se-á alvo de risadas da comunidade internacional.

Tradução: Paula Chen

Revisão: Erasto Santo Cruz

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