Comentário: Nível de facilitação comercial da China continua sendo elevado

A China obteve um total de 76,93 pontos numa avaliação do índice de facilitação comercial em 2019, um crescimento de 5,31 pontos percentuais em comparação com 2017. O dado foi divulgado na quarta-feira (11) por um centro de pesquisa do país no Relatório Anual sobre a Facilitação Comercial da China (2020).

O índice de facilitação comercial da China está baseado no “sistema de normas para avaliar a facilitação comercial” da Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômicos (OCDE). Ele é composto por 11 normas de primeira categoria e 145 de segunda categoria. Avaliado positivamente pela Organização Mundial das Alfândegas, o índice foi utilizado, em três anos seguidos para valorizar o nível e o progresso da facilitação de comércio na China.

Num contexto de abrandamento acentuado do comércio global, impactado pelo unilateralismo e protecionismo, o êxito chinês é relativamente valioso. Num relatório publicado no início de outubro, a Organização Mundial do Comércio não tem boas perspectivas do crescimento comercial para 2019 e 2020. Estima-se que o volume do comércio global de bens aumentará apenas 1,2% em 2019, muito abaixo da perspectiva anterior de 2,6%. Calcula-se que o incremento de 2020 será de 2,7%, inferior aos anteriores 3,0%. A China continua a elevar seu nível da facilitação comercial durante esta desaceleração mundial, fato que aumentará, sem dúvida, a confiança global e ajudará o crescimento da economia mundial.

Por um lado, um nível de facilitação comercial em elevação reduz a carga e aumenta a eficiência das empresas do comércio exterior. Isso auxilia a estabilizar o comércio exterior da China ao mesmo tempo em que melhora sua qualidade, trazendo novas oportunidades para o progresso do comércio mundial. Por outro lado, frente ao reforço do unilateralismo e do protecionismo, a ação chinesa está em prol do melhoramento do ambiente de negócios, promovendo a abertura da economia a um nível mundial.

Tradução: Joaquina Hou

Revisão: Erasto Santos Cruz

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